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 Total de Comentários: 203, de 1 a 10
 
NOME:
Gestor da Página Confap
 
LOCALIDADE:
Confap
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:

Caro Jorge Silva

Pode encontrar toda a informação no site da Direcção Geral de Ensino Superior em http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt

Consoante o curso, os estabelecimentos de ensino superior disponibilizam a informação sobre as saídas profissionais.
Pode utilizar o motor de busca no Google (www.google.pt) em “saídas profissionais” + a área ou curso.

Melhores cumprimentos,
Gestor da Página
 
DATA: 2010-01-16
 
 
NOME:
Jorge Silva
 
LOCALIDADE:
OEIRAS
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Exmos Senhores:
Sabem pf informar-me onde posso consultar online, os Cursos Superiores que existem e, quais as saídas profissionais a que correspondem?
Obrigado
JSilva
 
DATA: 2010-01-14
 
 
NOME:
Gestor Página
 
LOCALIDADE:
Confap
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Excelentíssima Professora Alexandra

Respeitamos e publicamos a sua opinião e a sua indignação perante o facto ocorrido, que como é óbvio, não é digno de qualquer educador.

Contudo, permita-nos discordar da sua generalização. O que a senhora faz é a partir de um caso, vulgarizar uma situação, aplicar uma conclusão a todos os pais e encarregados de educação.

A generalização pode ser admitida quando é o resultado da descoberta de padrões que são comuns a um grupo de pessoas ou processos (generalização analítica ou estatística). Conforme o faz, sem qualquer validade externa, além de ser um exercício perigoso, não científico ou sequer rigoroso, pouco ético até, denota má formação e poderia ser aplicável inversamente à classe que faz parte. Seria o mesmo que considerar todos os professores pedófilos, só por um deles ter sido condenado em tribunal.

Lamentamos pois, que na qualidade de ofendida, se ache no direito de ofender todos os pais e encarregados de educação (e são muitos) que nunca escreveriam tal “recado” e tal como nós o repudiam até. O respeito exigido aos outros, deve der o mesmo que exigimos de nós, de outro modo, estaremos ao nível daqueles que repudiamos.

Respondendo à sua questão, está definido na Constituição da República Portuguesa que são os tribunais, órgãos de soberania, competentes para administrar a justiça em nome do povo.

Melhores cumprimentos,
Gestor da Página Confap
 
DATA: 2009-12-24
 
 
NOME:
José Barros
 
LOCALIDADE:
Feira
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:

Cara Professora

Tem toda a razão para a sua indignação pela falta de respeito demonstrada pelo encarregado de educação, mas não pode generalizar da forma como o faz.

Como licenciada e sobretudo como professora, já com alguma experiência (e provávelmente até é mãe), deve saber que a generalização a partir de um caso, concluindo para todo um universo de pais e encarregados de educação, não é legítima sobre nenhum ponto de vista.

Como encarregado de educação sinto-me ofendido e com vontade de a processar pela sua insinuação foleira e de a recomendar para uma formação sobre o perigo das generalizações.

Respondendo à sua pergunta, queixe-se ao sindicato pois este tem serviços de apoio jurídico que a podem ajudar a processar este encarregado de educação.

Já agora, boa sorte.
 
DATA: 2009-12-24
 
 
NOME:
Alexandra
 
LOCALIDADE:
Lisboa
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Sou professora há 15 anos e acho que os encarregados de educação estão a precisar de voltar para escola para ter aulas de Formação Cívica. No teste que corrigi, o aluno não estudou e teve Não Satisfaz, faço sempre uma observação escrevi " Não estudaste para o teste! " Qual é o meu espanto quando recebo um recado na caderneta a dizer , o que eu tinha escrito era grave. E mais " Cabe-lhe a si ensinar e não escrever bocas fuleiras" perante um recado destes fiquei indignada, já não há respeito! Como é que alunos podem ter respeito se os encarregados de educação não tem. Eu gostava de saber como é que posso processar este encarregado de educação por ofensa.
 
DATA: 2009-12-22
 
 
NOME:
lmfonseca
 
LOCALIDADE:
Coimbra
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
As EB1 nas pessoas dos professores e presidnetes dos agrupamentos, refutam-se a prestar informações a pais separados, sobre horários e ou notas, aos pais separados que não têm a gurada, mas regem-se por acordo de responsabilidade parental conjunto. Quando os pais vivem km do estabelecimento de ensino que os filhos frequentam, não é normal que se peça a uma orgão de adminsitração publica como são as nossas escolas, uma informação por escrito? Porque razão as escolas não respondem a nada que se lhe peça? Só para curisosidade a mãe da minha filha dá aulas na mesma escola, frequentada pela minha filha e è colega dos professores que nada me informam. Agredecia algum esclarecimento.
Grato.
 
DATA: 2009-12-14
 
 
NOME:
Gestor Página Confap
 
LOCALIDADE:
Confap
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Cara Isabel Constantino

O Código do Trabalho foi revisto pela Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro.

O seu artigo 249º qualifica como falta justificada a motivada por deslocação a estabelecimento de ensino de responsável pela educação de menor por motivo da situação educativa deste, pelo tempo estritamente necessário, até quatro horas por trimestre, por cada filho.

Se no código anterior a situação não estava clara, no actual código é feita a menção “por cada um”, o que não restam dúvidas.
 
DATA: 2009-09-28
 
 
NOME:
isabel constantino
 
LOCALIDADE:
lisboa
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Boa tarde. Tenho uma amiga que tem 2 filhos em idade escolar e disseram-lhe no trabalho que ás 4 horas por trimestre para ir às reuniões é para os dois filhos. Gostaria de saber se é mesmo assim ou se são 4 horas para cada um. E também qual a lei que abrange esta situação.
 
DATA: 2009-09-28
 
 
NOME:
Pedro
 
LOCALIDADE:
Porto
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Cara Dona Aida Caçador, temos de contestar quando nós achamos que devemos, mas temos de o fazer bem, como não dar erros ortográficos, ou seque por em causa quem tem melhores notas ou piores, porque ninguém é mais que ninguém por ter piores notas, já agora pergunto se tem algum tipo de escolaridade, talvez a 1º ou 2º classe, por aquilo que escreve.
Depois e acho que isto é que prejudica os outros pais como eu, é aparecer pessoas como você a tentar colocar o seu filho/a acima do dos outros.
Pensa que é alguma coisa acima de alguém?
Este tipo de Pais é que devia de ter aulas de Ética e de Moral.
E depois basta ver que a todos os outros foi dado uma resposta com a devida atenção e a si não e acho bem, porque se quer saber alguma coisa acerca de algum regulamento, não pergunte, vá ler.
 
DATA: 2009-09-10
 
 
NOME:
Aurora Teixeira
 
LOCALIDADE:
Paredes de Coura
 
COMENTÁRIO | SUGESTÃO | CRÍTICA:
Caros senhores
Há uns anos atrás tive oportunidade de conhecer a CONFAP e, porque sou mãe, tenho seguido com algum interesse o material que vai sendo publicado neste site que me parece credível, objectivo e muito útil para a grande maioria dos encarregados de educação. Exactamente porque sou mãe e porque os meus filhos poderão, dentro de poucos anos, estar a fazer o exame de Biologia e Geologia e porque sou professora dessa disciplina, não posso ficar indiferente aos comentários que foram trocados acerca do exame 702 da 2ªfase.
Acho prudente e correcto (outra coisa não seria de esperar) que sejam ouvidos todos os lados possíveis acerca de uma questão tão delicada, quer sejam o GAVE, a APPBG, ou outros cuja opinião seja achada necessária para formar uma opinião especializada sobre algo que não será porventura a vossa área profissional mas que afecta directamente aquilo que é da nossa área de especialização comum: o percurso escolar dos nossos filhos e a nossa intervenção directa enquanto pais e associações de pais.
Como professora e correctora de exames nacionais, tenho deixado os meus comentários, exposições e reclamações onde de direito. Não observei qualquer alteração relativamente à resolução de problemas que têm feito do exame de Biologia e Geologia (ou dos seus congéneres, antes deste) motivo de comentários na imprensa e nos círculos científicos da especialidade e motivo de frustração dos respectivos professores.
Tal como referem, considero que os professores que fazem a correcção das provas de exame são profissionais competentes e conscientes entre os quais, sem falsas modéstias me incluo.

Não vou aqui discutir características técnicas ou científicas quer do exame, quer dos critérios de correcção. Podem facilmente tirar conclusões se continuarem a reunir elementos de fontes diversificadas que incluam técnicos, cientistas e pedagogos. Poderei apenas adicionar que se tem verificado ao longo dos anos a ocorrência de várias situações semelhantes que têm gerado discussão acesa nas reuniões de supervisão de correcção deste exame. Apesar de se reconhecer que os professores correctores têm capacidade para ler e compreender os critérios de correcção publicados pelo GAVE, assim como a observação de que o professor corrector poderá avaliar qualquer resposta que, embora abordando tópicos distintos, possa estar correcta, estas reuniões fazem-se para garantir fiabilidade e uniformidade de correcção a nível nacional e evitar que diferentes grupos de correcção tenham visões distintas ou diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto (mas só em alguns exames nacionais).
Se depois desta discussão prevalecerem diferenças de opinião entre o professor corrector e a tutela, prevalece o facto de o professor ser um funcionário do estado e, como tal, estar obrigado às contingências dessa condição.

Este ano não fui chamada a corrigir o exame 702 da 2ªfase.
Se de alguma coisa serve a minha opinião como profissional da área, direi que mais uma vez, existem razões para estar insatisfeita com o exame e com os seus critérios de correcção.
Como profissional da educação tenho expressado as minhas opiniões onde de direito, assim como vários colegas meus. Do meu ponto de vista, não são os jornais ou a imprensa, os locais apropriados para resolver problemas relacionados com exames nacionais. Creio que, a nível da tutela, existirão profissionais que trabalham como eu na resolução destes problemas e não será a publicidade ou o sensacionalismo que irão contribuir para a resolução mais célere desta situação.
Contudo, não posso permitir que a falta de publicidade possa ser confundida com a inexistência de uma situação que de facto existe.
Ignoro porque motivo outros pais não têm colocado esta questão à CONFAP como me pareceu entender de um dos comentários.
Pela minha parte, estou a tentar resolver pelos meios profissionais de que disponho um problema profissional que ainda não afectou os meus filhos.
Confio no trabalho da CONFAP para reunir os dados necessários que lhe permitam formular uma opinião sustentada sobre o assunto, mesmo que a questão seja levantada por um só pai ou por uma mãe que também é professora.

 
DATA: 2009-08-07
 
>> próxima
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